“O QUE QUER DIZER” [Paulo Leminski]
O que quer dizer diz.
Não fica fazendo
o que, um dia, eu sempre fiz.
Não fica só querendo, querendo,
coisa que eu nunca quis.
O que quer dizer, diz.
Só se dizendo num outro
o que, um dia, se disse,
um dia, vai ser feliz.
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--- MOMENTO “DICAS DE LEITURA ---
TEMA: “LIVROS QUE ENSINAM”
Um
livro não é apenas um emaranhado de papéis, letras, palavras e sentenças compostas
pelas mais variadas formas pelo(a) escritor(a). Alguns livros provocam a tão
conhecida “ressaca literária” e ficam em nosso inconsciente de uma forma
positiva ou negativa por dias, meses ou anos. E aí reside uma das “mágicas” do
ato de ler: após um livro passar em nossas vidas, jamais seremos os
mesmos. Ficam ensinamentos e porções de
superação, amizade, carinho, compreensão - a lista é longa! – e, palavras que iremos
reproduzir em nossas vidas; seja de uma forma direta ou indireta.
Assim, com
base em pesquisas pela internet, selecionei alguns títulos atuais e que serão,
com certeza, divisores de água em nossas vidas!
Boa leitura!!!
Átila Muniz.
OS LIVROS SÃO:
1) "Extraordinário", de R. J.
Palacio = August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja
sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e
complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de
verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda
quando se tem um rosto tão diferente.
2) “Diário de uma favelada:
Quarto de despejo”, de Carolina Maria de Jesus = O duro cotidiano da favela
ganha uma dimensão universal no diário de uma catadora de lixo. Com linguagem
simples, ela conta o que viveu, sem artifícios ou fantasias.
3) “Propósito: A coragem de ser
quem somos”, de Sri Prem Baba = No livro, Sri Prem Baba expande o diálogo
amoroso a que sempre se propôs, abordando temas que têm a ver com os anseios
mais íntimos do ser humano. Aqui o
leitor vai vislumbrar o horizonte de um trajeto precioso que o levará ao
interior de si mesmo. Quando chegar ao seu destino, encontrará o Propósito de
sua existência. Essa viagem será vigorosa, transformadora e única, mas poderá
ser realizada com serenidade.
4) “O sol é para todos”, de
Harper Lee = Sucesso desde a sua publicação, em 1960, O sol é para todos se
mantém como um dos romances mais adorados em todo o mundo. Acompanhando três
anos da vida dos jovens Jem e Scout Fincher numa terra de profundo preconceito
racial, a história é pontuada pelo caso de um homem negro injustamente acusado
do estupro por uma garota branca.
5) “O ódio que você semeia”, de
Angie Thomas = Um livro necessário onde o autor Angie Thomas, em uma narrativa
muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de
uma forma nova para jovens leitores. Starr aprendeu com os pais, ainda muito
nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não
faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te
perguntarem algo. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura,
tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras.
“De repente o
amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto. Em luto,
indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas
realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas
brancos e muito ricos – no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e
negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa
descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu
ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como
seu início.
6) “Trem noturno para Lisboa”, de
Pascal Mercier = Em Trem noturno para Lisboa, Raimund Gregorius, professor de
línguas clássicas em Berna, se levanta no meio da aula, abandona a sala e toma
um trem para Lisboa. Em sua bagagem está um exemplar de reflexões filosóficas
escrito pelo médico português Amadeu de Prado. Fascinado pelo livro, Gregorius
decide investigar o autor. Em sua viagem, encontra pessoas que ficaram marcadas
por seu relacionamento com esse homem excepcional, que o conheceram como
médico, poeta ou combatente da ditadura.






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